Dependência química
Cocaína, crack, maconha, sintéticos e uso combinado. Desintoxicação acompanhada, tratamento das fissuras e prevenção de recaída.
Tratamento perto de casa, longe da rotina que adoeceu.
Dependência química, alcoolismo e saúde mental. A família continua por perto. A rotina que puxava para trás, não.
Atendimento 24 horas, todos os dias. A primeira conversa é sigilosa e não compromete nada.



Uma cidade que sai cedo e volta tarde. Ribeirão das Neves tem 346.971 habitantes e vive colada a Belo Horizonte, a cerca de 30 km. Muita gente daqui faz esse trajeto todo dia. Quando o álcool ou uma outra droga entra nessa rotina, ele entra junto com ela: o mesmo caminho, os mesmos horários, as mesmas companhias, todo dia.
A Vila Campanhã existe para quebrar esse ciclo sem arrancar a pessoa da própria vida. O tratamento acontece aqui, na cidade onde ela mora, o que mantém a família por perto e o vínculo inteiro — mas dentro de uma rotina nova, construída do zero, com hora para acordar, para comer, para conversar e para dormir.
O nome vem da própria história daqui. Campanhã era como se chamava a região que hoje é o distrito de Justinópolis, muito antes de a cidade existir com esse nome. É um lembrete de que lugar nenhum é só aquilo que dizem dele.
O que tratamos aqui. Dependência química, alcoolismo e os quadros de saúde mental que quase sempre vêm junto. Cada plano é individual e revisto ao longo da internação.
Cocaína, crack, maconha, sintéticos e uso combinado. Desintoxicação acompanhada, tratamento das fissuras e prevenção de recaída.
Abstinência acompanhada de perto, cuidado clínico e o trabalho com o hábito social que sustenta o consumo.
Depressão, ansiedade, transtorno bipolar e quadros associados ao uso de substâncias, com acompanhamento psiquiátrico.
Quem convive também adoece. Orientação para pais, cônjuges e filhos desde a primeira ligação, mesmo antes de qualquer internação.
Do telefonema à alta. Nenhuma etapa depende de a pessoa "estar pronta". O primeiro movimento costuma ser da família.
Você liga ou chama no WhatsApp e conta o que está acontecendo. Ninguém precisa ter todas as respostas. É sigiloso e não compromete nada.
Entendemos há quanto tempo o quadro dura, o que já foi tentado, se há risco imediato e qual a condição clínica. É daí que sai a indicação, não de um pacote pronto.
A chegada é planejada com a família, com equipe preparada e discrição. A internação pode ser voluntária ou involuntária, sempre dentro da Lei nº 10.216/2001.
Rotina estruturada, atendimento individual e em grupo, acompanhamento psiquiátrico e clínico, atividades e cuidado com o corpo.
A alta é preparada com antecedência junto da família, com plano de prevenção de recaída e continuidade do acompanhamento.
Os ambientes, um por um. Abra cada ambiente para ver o que ele é e para que serve na rotina de quem está internado.
Quartos coletivos com número reduzido de camas, roupa de cama trocada com regularidade e armário individual. O dia começa e termina com horário definido.
Onde acontecem os grupos, as refeições e a maior parte do tempo acordado. É o ambiente que mais ensina a conviver de novo sem substância no meio.
Espaços reservados para os atendimentos individuais com psicologia e psiquiatria, e para as conversas com a família nos dias de visita.
Espaço aberto para caminhada, atividade física e as oficinas. Sair do quarto e usar o corpo é parte do tratamento, não passatempo.
Cinco refeições por dia em horário fixo, com acompanhamento nutricional. Comer direito de novo costuma ser a primeira melhora visível.
Sim. Atendemos os dois distritos do município, a sede e Justinópolis, e também as cidades vizinhas da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A proximidade é justamente o ponto: a família consegue estar presente sem depender de viagem longa.
Na voluntária, a própria pessoa aceita e assina o pedido de internação. Na involuntária, o pedido parte da família e depende de laudo médico que justifique a medida, conforme a Lei nº 10.216/2001. A involuntária existe para situações de risco, é comunicada ao Ministério Público e não é uma decisão que se toma por telefone: passa por avaliação.
Depende do quadro e da resposta de cada pessoa. O tempo é definido em avaliação e revisto ao longo da internação, junto da família. Desconfie de quem promete prazo fechado antes de conhecer o caso.
Pode, em dias e horários definidos. A visita faz parte do tratamento e é preparada com a equipe, porque o reencontro tem peso terapêutico. Fora dos dias de visita, a família recebe retorno da equipe sobre a evolução.
É. Nada é informado a terceiros, vizinhos ou empregadores. O sigilo vale desde a primeira ligação, inclusive quando a família só quer entender as opções e ainda não decidiu nada.
É o cenário mais comum, não a exceção. Ligue mesmo assim. A conversa começa orientando a família sobre como agir, o que evitar e quais caminhos existem, inclusive quando a pessoa ainda recusa qualquer tratamento.
O valor depende da modalidade indicada na avaliação. Informamos com clareza antes de qualquer decisão, sem cobrança para conversar e sem compromisso na primeira ligação.
Sem viagem longa, sem gasto de deslocamento a cada visita, sem a sensação de ter mandado alguém para longe.
Horário fixo para dormir, comer, atender e conviver. É a estrutura que sustenta a abstinência quando a vontade oscila.
Psiquiatria, psicologia, enfermagem e equipe de apoio acompanhando o mesmo caso e conversando entre si.
Chegada planejada, sigilo em todas as etapas e nenhuma exposição da pessoa ou da família.
O contorno abaixo é o limite real do município, a partir da malha territorial oficial do IBGE.
Mapa de Ribeirão das Neves - MG
A primeira ligação é a parte mais difícil. Depois dela, você já não está sozinho decidindo. Atendemos 24 horas, todos os dias.
Na maioria das vezes quem liga é a mãe, a esposa, o filho ou o irmão — não a pessoa que está usando. Isso é normal e é por onde o tratamento começa.
Ribeirão das Neves conta com CAPS AD na rede municipal. Se o caminho for esse, também orientamos a família sobre como acessá-lo.